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CELEBRAÇÃO AOS 80 ANOS DA FESTA DA UVA
 
Filme-documentário sobre os 80 anos da Festa da Uva
terá exibições gratuitas ao público

A cultura da uva foi de fundamental importância para o desenvolvimento econômico de Caxias do Sul. Em 1931, uma exposição discreta e elegante de uvas realizada na sede de um clube social da cidade celebrava a vindima e o trabalho dos agricultores. Oficialmente, a primeira Festa da Uva ocorreu em 1932 e foi considerado o primeiro grande evento do gênero no Rio Grande do Sul. Uma celebração que se tornou parte da própria história da cidade, do caxiense e, principalmente, da cultura ítalo brasileira.

Os detalhes de como a festa surgiu e se desenvolveu, os fatos mais importantes, as figuras proeminentes, as influências sociais, econômicas, políticas e culturais estão registradas no filme-documentário Festa da Uva 80 anos – A Celebração de uma Identidade. Lançado em 2014 e aproveitando a realização da Festa da Uva 2016, o filme terá três sessões gratuitas neste mês, na Sala de Cinema Ulysses Geremia, do Centro Municipal de Cultura Ordovás: no dia 24 (quarta-feira), às 20h e nos dias 27 e 28 (sábado e domingo), às 18h. “O interesse pela história da Festa da Uva vem de muito tempo. Gerou meu primeiro longa, Caxias do Sul Tradição e Inovação de um Povo, onde constatei a enorme importância deste evento para a cultura, para os costumes e para o desenvolvimento da cidade”, afirma o diretor Airton Soares, da CDI Filmes, de Porto Alegre, responsável pela produção.

O filme tem cerca de 84 minutos e conta a história da Festa da Uva por meio de imagens e fotografias de acervos pessoais e públicos, imagens produzidas nas edições da festa de 2010 e 2012, depoimentos de vários historiadores e pesquisadores da área como Cleodes Piazza Julio Ribeiro, Tânia Tonet e Véra Stedile Zattera, de jornalistas e empresários. Outras cenas foram gravadas em 2013 em Caxias do Sul e na Itália, em cidades como Gênova, Turim, Verona, Vicenza e Milão.

Conforme o diretor, o longa-metragem traz detalhes de como ocorreu o processo de imigração italiana em Caxias. “Mostramos os desafios, as histórias, a chegada dos imigrantes ao Brasil, o surgimento de uma festa, a interrupção durante a Segunda Guerra Mundial, o retorno nos anos 50 e sua nova dimensão e importância, as perspectivas nas décadas de 70 e 80, as mudanças nos anos 2000 e a edição de uma nova era da festa a partir de 2012”, acrescenta.

Assim, Festa da Uva 80 anos – A Celebração de uma Identidade é uma viagem ao passado e um passeio pela fase atual do evento e sua relação com o turismo, a gastronomia e a economia do município, do Estado e do País.
 
LACO & EDSON RESGATAM REPERTÓRIO DE SUCESSO EM CD
 

Quem frequentou a noite caxiense e da região no final da década de 80 e pelos anos 90 certamente vai se lembrar de uma dupla de músicos que atraía muita gente. Aliás, eles não embalavam apenas o público dos bares da Serra gaúcha, mas também de todo Estado. Em Caxias, lugares que deixaram saudade como Cave, Vôo Livre, Ponto de Vista, Coisa de Cinema e Bukus, recebiam os shows de Laco e Edson.

Com um vocal excepcional, simpatia e carisma, não é exagero nenhum afirmar que eles deixavam as festas mais animadas, enfrentando o eterno dilema de finalizar as apresentações porque estavam sempre diante de uma plateia insistente no “mais um” e na pergunta: “E o CD de vocês, cadê?” Por uma série de razões, incluindo a liberação de direitos autorais, já que a dupla consagrou-se na interpretação de grandes sucessos nacionais como “Espanhola” (Flávio Venturini), “Léo e Bia” (Oswaldo Montenegro) e “Ovelha Negra” (Rita Lee), Laco e Edson não conseguiram gravar um CD naquela época.

A boa notícia é que agora, passados mais de 20 anos desde que eles começaram a tocar nos bares, o primeiro disco está pronto para ser ouvido. Gravado com recursos do Financiarte, “Laco & Edson” tem 14 faixas, sendo três autorais e 11 regravações da MPB tocadas por eles. Através de um convênio que a Gravadora Vertical tem firmado com várias editoras, foi possível obter-se a liberação dos direitos autorais das músicas do CD. “Ficamos muito contentes com este registro, porque o repertório inclui canções que tocávamos nos bares. Então é um trabalho que vem mesmo para relembrar e resgatar momentos muito bacanas que ficaram na memória de todos”, comenta Edson Fulber.

Laco e Edson se conheceram em Canoas e tocaram juntos durante 11 anos ininterruptos. “Fizemos muitos shows no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina, no Paraná e até em São Paulo”, relembra Edson. A qualidade vocal da dupla e a presença de músicos de alto nível prometem fazer deste um dos melhores discos produzidos em Caxias do Sul. E sim, está nos planos fazer um show especial de lançamento do CD em Caxias do Sul, ainda sem data definida.

Repertório do CD “Laco & Edson”

Lua e Flor (Oswaldo Montenegro)
Dona (Sá e Guarabyra)
Léo e Bia (Oswaldo Montenegro)
Casa no Campo (Tavito e Zé Rodrix)
Romaria (Renato Teixeira)
Ovelha Negra (Rita Lee)
Espanhola (Flávio Venturini)
Canção da Meia-noite (Zé Flávio)
Vento Negro (Fogaça)
Sonífera Ilha (Ciro Pessoa/Toni Belotto/Branco Mello/Marcelo Froner/Carlos Barmak)
O Último Romântico (Lulu Santos/Antônio Cícero/Sérgio de Souza)
Enganos (Laco Bassualdi/Samuel Sodré/Edson Fulber)
Caminhos (Samuel Sodré)
Contos de Amor (Laco Bassualdi e Gerson Manganelli)


 
ESCULTURA 'BEATRIZ DE DANTE' FICARÁ NA PRAÇA CENTRAL DE CAXIAS
 
É muito provável que todos os moradores de Caxias do Sul (ou pelo menos grande parte deles) saibam que Dante Alighieri dá nome a principal praça da cidade. Mas nem todos que circulam pelo local conhecem a história do poeta italiano e de seu amor platônico, retratado no livro que tem o sugestivo nome de Vida Nova, justamente por ter sido escrito após a morte prematura da amada. Beatrice Portinari (1266-1290) foi, segundo alguns críticos literários, a figura histórica que inspirou a personagem Beatriz de Dante e o poema sagrado A Divina Comédia.

Para reavivar a memória do autor na população caxiense, a escultora Dilva Conte, 84 anos, decidiu inscrever um projeto cultural que pudesse tornar realidade sua admiração pela musa de Dante. Ela recorda que encantou-se pela obra Divina Comédia ainda na infância. “Um sócio do meu pai andava com um exemplar em italiano pra lá e pra cá. Não lembro direito como o livro chegou até mim, mas não esqueço que fiquei encantada porque era todo escrito em italiano. Quando eu li, anos depois, me apaixonei pela história toda”, conta.

Dona Dilva começou a esculpir “Beatriz de Dante” em 2013, com recursos do Financiarte. Agora ela terá a alegria de entregá-la à comunidade de sua terra natal, mais de 100 anos depois da mesma praça receber o busto de Dante, em 15 de novembro de 1914. A escultura em bronze será inaugurada no dia 10 de novembro, em solenidade a ser realizada, claro, na praça central de Caxias do Sul, a partir das 18h30.

A obra, que está sendo finalizada em Porto Alegre, terá o tamanho de uma pessoa de estatura alta. Interessante também é a posição dela: “Beatriz” ficará sentada num banco, como se estivesse contemplando a cidade e no campo de visão de Dante. “Esta é uma obra muito importante para a cidade e também uma forma de homenagear a minha mãe, que era italiana de nascença e todas as mulheres imigrantes italianas”, diz a artista caxiense.

SOBRE DILVA CONTE | Natural de Forqueta, interior de Caxias do Sul, Dilva Conte teve o primeiro contato com as artes plásticas na década de 40, quando fez curso de pintura com a irmã Louise Angel, no Colégio São José. Nos 50 anos seguintes, ela trabalhou com crochê, bordado, vitraux, artesanato em flores, escultura em cobre e pintura em porcelana. Aos 64 anos de idade, em 1995, iniciou o curso de Escultura e História da Arte na UCS, dentro do programa Universidade da Terceira Idade, onde descobriu sua grande paixão na área da escultura: o retratismo. A artista passou a desenvolver seu talento na escultura com mestres como Mayta Pasa, Bez Batti e Zita Zardo Pizzolato. Em Porto Alegre, se aperfeiçoou com os escultores Xico Stockinger e Bernadete Conte. Certa vez, dona Dilva confessou: “Sinto-me em outra dimensão ao trabalhar a argila, dedicando-me, com esforço, plenamente à obra”. Já esculpiu personalidades como os bustos “Tereza de Calcutá”, em pó de mármore e “Papa João Paulo II”, em resina, e as faces “Bruno Segalla” e “Bez Batti”, em argila. Dilva Conte tem carinho por todas as suas obras, mas a mais importante para ela é a “Acolhida”, criada em comemoração aos 90 anos de fundação do Hospital Pompéia, onde está exposta, na recepção. 
 
         
JOÃO SADRAQUE LANÇA CD GOSPEL
 
Jovem cantor e compositor lança primeiro CD 

Natural de Júlio de Castilhos, interior de Santa Maria, mas morador de Caxias do Sul há 15 anos, o jovem cantor e compositor João Sadraque, 22 anos, encontra na riqueza de suas composições, tanto nas letras como nas melodias, um meio de fortalecer a fé. E ele considera um dom este o de passar emoções para o papel e transformá-las em músicas.

No próximo dia 27 de setembro, às 18h30, João lança seu primeiro CD, “Não vou temer” (recursos do Financiarte), com uma apresentação na Igreja Assembleia de Deus (Rua Ângelo Grassi, 25 - Bairro Desvio Rizzo), em Caxias do Sul. Ele conta que desde garotinho sempre teve o sonho de gravar seu próprio disco. “Eu inventava letras e as cantava, até descobrir anos depois que poderia compor. Comecei cantando no chuveiro (risos) e depois, com o tempo, passei a cantar nos cultos”, diz.

No caso de João Sadraque pode-se afirmar com tranquilidade que ele tem um público, literalmente, fiel. Dono de uma afinação impecável dentro do gênero gospel sertanejo, o jovem artista dá às suas canções uma interpretação carregada de emoções, fazendo com quê quem as ouve, sempre quer ouvir mais.

Segundo ele, as pessoas que acompanham suas apresentações nos cultos sempre solicitam um CD contendo as músicas que acabaram de escutar. “Espero que todos gostem. Como diz um amigo meu: quando você escreve uma música e essa música te emociona, não por ser sua, mas por perceber que é Deus quem dá o dom e nos inspira, certamente quem escutá-la será tocado também”, complementa.
 
OUTRAS INFORMAÇÕES
João Sadraque

54 8149.7038 | 9970.8643 | 3019.8142
cantor.joaosadraque@gmail.com


 
         
CANÇÕES E POEMAS NO NOVO CD DE FÁBIO SOARES
 
 'Das vezes que pensei escrito' é o segundo CD solo
do intérprete, instrumentista e compositor caxiense

‘Das vezes que pensei escrito’ simboliza tudo o que Fábio Soares, 32 anos de idade, já pensou, mas não verbalizou. Suas anotações se transformaram em letras de músicas e poemas. Escritos que, em breve, ele tornará público neste segundo CD solo de sua carreira, gravado com recursos do Financiarte e com previsão de lançamento para o mês de novembro.

Sendo assim, os pensamentos, as vivências e as inspirações constituem a base do novo material de estúdio do intérprete, instrumentista e compositor caxiense. Várias das músicas do novo disco, que está na fase de finalização em estúdio, estarão no repertório de pelo menos três shows confirmados que o artista fará durante os festejos da Semana Farroupilha: dia 11/09, às 22h30, no Parque da Harmonia, em Porto Alegre; dia 17/09, às 20h, no Largo Carlos Fetter, em Farroupilha, e dia 19/09, às 21h, nos Pavilhões da Festa da Uva, em Caxias do Sul.

O CD ‘Das vezes que pensei escrito’ terá 15 faixas e um poema recitado de apresentação. Em formato de livro, com 60 páginas, inclui as letras das melodias, outros 25 poemas escritos por Fábio, além de belas imagens registradas pelas lentes da fotógrafa Tatieli Sperry, dando o tom de sua identidade poética e linha artística. Mas é bom deixar claro: o músico não tem a pretensão de ser poeta. “Os poemas fazem parte do encarte apenas como uma forma de expressão, a caráter de registro mesmo”, enfatiza. Nas composições, há aspectos e traços mais urbanos do que propriamente do campo, tão evidente nas canções gaúchas.

“Penso que meu trabalho tem uma identidade. E ela vem das minhas inspirações, ideias e vertentes que definem o meu estilo de compor e o meu jeito de interpretar. Minhas letras tendem à reflexão da vida urbana e também das vivências que tive no campo, que resgatam um pouco da minha história. E quando tu estás sendo verdadeiro e gosta do que faz, as pessoas percebem, entendem a mensagem que tu queres passar”, afirma Fábio.

Convivendo com a cultura gaúcha em CTG’s desde os sete anos de idade, aos oito ganhou um acordeon do pai, que ouvia Irmãos Bertussi, Teixeirinha, Gildo de Freitas, só para citar alguns dos nomes mais expressivos da música tradicionalista gaúcha. Autodidata, Fábio Soares já participou de vários concursos, encontros tradicionalistas, invernadas artísticas e festivais de folclore, música e poesia no Brasil e no exterior. Fazendo uso da arte para reverenciar os costumes do Rio Grande do Sul, levou seu talento à diversos países: Estados Unidos, Uruguai, Peru, México, Chile, Portugal, França e Bélgica.

MAIS SOBRE FÁBIO SOARES | Acadêmico do curso de Licenciatura em Música da UCS, professor de violão, de Teoria Musical e de Prática em Conjunto no SESI de Caxias do Sul, Fábio Soares também é músico e arranjador em grupos de danças tradicionais gaúchas. Gravou o primeiro disco em 2003, com o grupo Pátria e Querência, que contém cinco composições suas. Em 2005, produziu o disco ‘Um Sonho Domingueiro’ (viabilizado pelo então Fundoprocultura, hoje Financiarte), em parceria com Cléber Casagrande, onde foram registradas 12 músicas de sua autoria. Cinco anos mais tarde, no grupo Pátria Sulina, de Lages (SC), participou como intérprete. Seu mais recente trabalho de estúdio, o CD ‘Tropeiro, meu destino’ (Financiarte), lançado em 2012, marcou o início de sua carreira solo. Dentre os principais prêmios que já conquistou, destaca-se o de “Intérprete Solista Vocal” em cinco edições (2002, 2008, 2009, 2010 e 2011) do Encontro de Artes e Tradição Gaúcha (Enart). No Festival César Passarinho, realizado em Caxias do Sul, já recebeu prêmios de o “Mais Popular” (com a música autoral Este é o lugar) e de “Melhor Arranjo” (com Por ter alma e sentimento, também de sua autoria). Já na edição de 2006 do Rodeio Internacional de Vacaria, foi campeão na categoria “Violão Solo”.

Créditos/fotos: Tatieli Sperry.
 
OUTRAS INFORMAÇÕES
Fábio Soares
54 9932.2690
contato@fabiosoaresrs.com
www.fabiosoaresrs.com

 
         
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