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Liderança na Prática. Prática na Liderança.
 
 
Oficina desenvolve conhecimentos e habilidades de líderes
que parecem ser óbvios, mas não são

Saber ler e escrever. Saber ouvir e falar. Participar de reuniões de negócios. Delegar, monitorar, motivar, supervisionar. Fazer networking em eventos corporativos. Ministrar palestras e apresentações empresariais. Dar entrevistas. Tudo isso pode parecer óbvio para quem lidera uma equipe. Mas se assim o fosse, uma oficina do Liderata – programa aberto de formação de lideranças, não seria criada justamente para praticar a liderança.

Aprender a lidar consigo mesmo, com os outros e com a empresa são os três pilares de sustentação do programa criado em 2012 pela empresa Grandi&Garay Executivos e Consultores. “Como era ano de Olimpíadas, refletimos sobre o seguinte princípio: um atleta treina mais de 300 dias por ano para colocar à prova todo seu esforço, dedicação, disciplina e empenho numa competição onde só os melhores do mundo estão, durante 15 dias. Já a performance do líder de uma empresa é testada todos os dias do ano. E quantos dias por ano ele têm para treinar?”, analisa o consultor, especialista em formação de lideranças e sócio-diretor da Grandi&Garay, Tiago Grandi.

Depois de mais de 10 anos de experiência em consultoria e formação de líderes e gestores, a equipe da empresa decidiu proporcionar aos líderes do mercado de trabalho uma intensa experiência de três dias. Conforme Grandi, a proposta do Liderata é a de que os líderes tenham espaço e tempo para treinar, para praticar liderança entre si, trocando experiências e transformando isso em consciência de si mesmo, dos seus liderados e da empresa.

Como se trata de uma imersão, além do material didático de treinamento, o programa oferece hospedagem e todas as refeições. A cada programa, 20 novas vagas são oferecidas. Mas ao longo de toda trajetória da Grandi&Garay, mais de 400 líderes de organizações de diversos setores e portes já passaram pela consultoria da empresa. Tiago Grandi reforça que todos os líderes deveriam passar por três testes: fidelidade, competência e compostura. 

 
A OFICINA LIDERATA

Para quem não pode participar destes três dias de imersão do programa (até agora já foram realizadas duas edições, sendo que a terceira será em outubro), a Grandi&Garay resolveu organizar uma oficina de comunicação, expressão e oratória empresarial, que acontece no dia 19 de julho, das 14h às 20h.

Além de uma palestra inicial de apresentação dos conceitos do programa, a oficina terá simulação de práticas individuais e em grupo. No encontro, serão intensificadas as competências dos participantes, como conhecimentos e habilidades que geram resultados. 

Podem participar profissionais que já são líderes, bem como aqueles que estão se preparando para assumir um cargo de liderança. Segundo o consultor, a oficina também é aberta a profissionais autônomos (arquitetos, engenheiros, advogados, etc.) que não necessariamente gerenciem equipes de trabalho, mas podem exercer influência sobre os colegas. “A maioria das lideranças não teve uma formação completa, conceitual e prática. Eles acabam aprendendo ‘na marra’ a gerenciar, e aí começam a surgir conflitos”, acrescenta Tiago.

Benefícios e resultados esperados da imersão no Liderata

• Reconhecer as próprias características como líder e desenvolver sua autenticidade e estilo de liderança;
• Identificar os elementos que implicam em boas relações humanas e na saudável interação com os seus liderados;
• Compreender a influência do líder sobre a cultura da empresa e a dinâmica de desenvolvimento do ambiente de trabalho;
• Mapear o ciclo de vida dos grupos e desenvolver equipes de trabalho;
• Conduzir reuniões com mais eficácia;
• Comunicar-se com melhor capacidade de expressão e clareza;
• Delegar tarefas com mais precisão e qualidade;
• Orientar seus colaboradores e dar feedback completo;
• Examinar e solucionar problemas com lógica e criatividade simultaneamente;
• Combinar planejamento e execução na sua prática gerencial;
• Desenvolver seu próprio plano de carreira como gestor.

Sobre Tiago Grandi | É natural de Porto Alegre. Começou a carreira de consultor em 1998. Filiado à ILA – International Leadership Association -, com estudos em engenharia, administração e filosofia, e especialista em gerenciamento de projetos pelo PMI – Project Management Institute -, Tiago Grandi é sócio-fundador da Grandi&Garay Executivos e Consultores, e criador e coordenador do Liderata – Programa Aberto de Formação de Lideranças.

OFICINA LIDERATA
Comunicação, Expressão e Oratória Empresarial
19/07/13 | das 14h às 20h
Inscrições e informações | 54 3538.6858


Outras informações
Grandi&Garay Executivos e Consultores

Tiago Grandi | especialista em formação de lideranças
contato@grandi-garay.com
www.tiagograndi.com.br
54 3538.6858
Mais sobre o Liderata acesse: www.liderata.com.br
 
         
Cuidar da pele é questão de saúde
 
 
Clima frio também pode acelerar o processo de envelhecimento da pele

O senso comum sempre aponta para o sol quando o assunto é o envelhecimento da pele. Mas ele não é o único vilão, e nem o uso isolado e contínuo de protetor solar é suficiente para travar este processo. Nas estações mais frias do ano, quem mora na Serra gaúcha, necessariamente tem de usar água quente no banho. É quando sai a intensidade do sol, mas entra o clima gelado, que também agride a pele. Ou seja, toda hora é hora de tratar bem a pele.

A questão é que o envelhecimento e o ressecamento da pele não vêm apenas com a exposição ao sol, na praia ou na piscina, durante o verão. “A própria estrutura da pele de cada pessoa e os seus fatores genéticos, independem da frequência de exposição ao sol. Lógico que devemos usar protetor solar todos os dias, mas ele não faz milagre. Aliás, não existe milagre nesse sentido. O que existe é prevenção e disciplina quanto ao uso diário de uma junção de vários produtos, além de tratamentos de rejuvenescimento”, enfatiza a fisioterapeuta dermatofuncional Leandra Paes.

Segundo ela, as pessoas precisam assimilar que cuidar da pele, por meio de tratamentos adequados e constantes o ano inteiro, é uma questão de saúde, e não meramente de estética. E que a sensação de eterna juventude às vezes pode retardar os cuidados que as pessoas, principalmente as mulheres, devem ter com a pele todos os dias. “A flacidez, a diminuição do contorno facial, as manchas, as linhas de expressão e as rugas são sinais comuns de envelhecimento da pele, que começam a aparecer a partir dos 30 anos de idade”, afirma.

Há dois meses, a empresária Marisa Pires começou a fazer tratamentos para flacidez. “Sou ex-fumante, então minha pele, além de flácida, estava um pouco desidratada, com aquele aspecto ‘craquelê’, semelhante a rugas. Comecei um tratamento para suavizar isso e, conjuntamente, para firmar mais a pele, porque sempre tive medo de recorrer à cirurgia plástica. Só que as linhas de expressão não me incomodavam tanto quanto a flacidez e a perda do contorno facial do rosto. Estou bem contente com os resultados e me sentindo mais bonita”, diz.

Os aliados do rejuvenescimento

No rosto, a perda do contorno facial que a empresária se refere é um dos primeiros sintomas de envelhecimento, combatido com eficácia por meio da Radiofrequência, tratamento que estimula a produção de neocolágeno. A face que está, por exemplo, muito enrugada, suaviza consideravelmente. Uma pele mais firme aparece gradualmente, num período de dois a seis meses, pois há deposição de um novo colágeno, mais denso, e um aumento apreciável na espessura da epiderme.

Outro grande aliado do rejuvenescimento da pele, ainda pouco explorado, mas muito utilizado e recomendado pela fisioterapeuta dermatofuncional Leandra Paes é o antioxidante, que atua na camada mais profunda da pele. Ele atua como uma segunda linha de defesa e funciona como um complemento ao protetor solar. Isso porque o protetor não bloqueia todos os danos causados pelo sol, considerado um dos inimigos da pele quando o assunto é envelhecimento.

O antioxidante estimula a produção de colágeno, corrige a pigmentação, proporciona mais firmeza e, claro, rejuvenesce a pele. De fácil absorção, pode ser usado em qualquer tipo de pele. “Quando usamos um produto que repara os danos da nossa pele, ela consegue desempenhar o seu papel de regeneração. Isso já é uma prevenção ao envelhecimento”, complementa Leandra.

Outras informações
Leandra Paes | CREFITO 34585 F

Fisioterapeuta Dermatofuncional
Atendimento junto ao Estúdio Jefferson Hoffmann – www.estudiojh.com/blog
Av. Júlio de Castilhos, 1195 | Centro | Caxias do Sul (RS).
54 3214.8554
leandrapaesfisio@gmail.com


 
         
Se minha empresa falasse...
 
 
Livro de crônicas do formador de líderes Tiago Grandi estimula
reflexão inteligente e criativa sobre as empresas


Imagine-se chegando a sua empresa. E, ao entrar na sala de reuniões, quem o está aguardando? A própria. Sua empresa está lá. Sentada, olhando de soslaio e com um sorriso à la Monalisa. Ela lhe diz algumas coisas; o que seriam? De que se trataria essa conversa? Qual seria a pauta da reunião?

Em “Se minha empresa falasse...” (Editora Bookmakers) o especialista em formação de lideranças e sócio-fundador da Grandi&Garay Executivos e Consultores, Tiago Grandi resolve pôr algumas de suas vivências como consultor no formato de crônicas que sugerem, entre outras histórias, a possibilidade de os executivos e empresários conversarem diretamente com as organizações que comandam.

De acordo com o autor, o livro é um estímulo à reflexão inteligente e criativa sobre um dos temas mais complexos do cenário corporativo: a empresa como um ser vivo, seus ciclos de vida e a interação com os agentes de seu meio. “Como consultor, meu trabalho é fortalecer o empresário como líder e como gestor, ajudando-o a lidar melhor consigo próprio, para depois lidar melhor com as pessoas e, em seguida, lidar melhor com a empresa”, afirma Grandi.

As crônicas do livro resultaram de sua metodologia de consultoria: trabalhar a visão de que a empresa é um ser vivo, independente dos empresários que a comandam, e a qual eles devem saber ouvir, ou seja, entender do que a organização realmente precisa a despeito de seus interesses pessoais.

No livro, Tiago busca uma forma de “despersonalizar” a gestão do empresário, tentando fazer um trabalho “mais justo” com esse ser animado (a empresa), ajudando os gestores a verem suas empresas como elas realmente são, não como eles as fantasiam. “A consultoria viabiliza uma gama interminável de experiências em diferentes contextos: de indústrias a serviços; de empresas grandes a pequenas; de multinacionais a empresas familiares; de culturas corporativas agressivas a ambientes burocratizados e lentos. Tudo vira história! Aliás, só conta histórias quem as viveu”.

Sobre Tiago Grandi | É natural de Porto Alegre. Começou a carreira de consultor em 1998. Filiado à ILA – International Leadership Association -, com estudos em engenharia, administração e filosofia, e especialista em gerenciamento de projetos pelo PMI – Project Management Institute -, Tiago Grandi é sócio-fundador da Grandi&Garay Executivos e Consultores, e criador e coordenador do Liderata – Programa Aberto de Formação de Lideranças.

“Aprender com o que fazemos no dia a dia de trabalho é um imperativo para se continuar acordando de manhã, seguindo motivado o mesmo trajeto, com esperança de novos desafios, de novos negócios, de bons momentos como um líder. No caso de um(a) empresário(a), membro da diretoria, ou mesmo em uma posição de média gerência, há que se buscar todos os dias uma nova energia para manter a turma acesa, entusiasmada. Isso parte de uma automotivação básica, já que não podemos impor um ritmo de trabalho sem tê-lo assumido antes em nós mesmos. Há alguns anos, descobri que há diversas causas pelas quais podemos gerar mais movimento. Dentro de nós – e cada um deve saber de suas idiossincrasias -, existem buscas, curiosidades, interesses próprios. A rotina de trabalho deve ser aproveitada como um campo fértil de resposta a estas perguntas; temos de ver a vida profissional como um meio de crescimento interior também. Desde modo, surgirá, todos os dias pela manhã, um novo e desafiante cenário para encarar”. 
 
Trecho do livro “Se minha empresa falasse...
 

Outras informações

Grandi&Garay Executivos e Consultores
Tiago Grandi | especialista em formação de lideranças
contato@grandi-garay.com
www.tiagograndi.com.br
54 3538.6858






 
         
Entre Nós
 
 
Apresentação de pesquisa leva ao palco
as nuances da dança de salão em tempo real

Com 17 anos de carreira na dança, o coreógrafo e bailarino Giovani Monteiro chegou num momento de inquietude em seu trabalho ligado à dança de salão. E questionou-se: “Ou eu penso naquilo que está sendo dançado ou eu desisto. Não quero mais simplesmente reproduzir os passos sem pensar”. Da inquietude de Giovani surgiu a ideia de pesquisar e questionar a representação do formato pronto (e já conhecido por todos) da dança de salão, e como a conexão entre duas pessoas que estão dançando é importante para a fluidez dos movimentos.

Aprovado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura, o projeto que sai do papel e ganha o nome de ‘Entre Nós’, começou a ser desenvolvido em julho de 2012 por Giovani e pela professora de dança e bailarina Caroline Zini. ‘Entre Nós’ será apresentado no dia 16 de junho, em duas sessões (às 17h30 e às 19h30), no Teatro São Carlos. No palco, o casal também será conduzido pelos músicos Lazaro Nascimento e João Viegas, que irão conectá-los à trilha sonora executada em tempo real.

Nas apresentações, a pesquisa vai sendo, digamos assim, montada na frente do público, por meio da improvisação dos passos dos diversos estilos da dança de salão, que vão se misturando e se integrando. Partindo deste princípio, a primeira sessão não será igual à segunda.

“Dentro do repertório da dança de salão e reorganizando os códigos que todos estão acostumados a ver, encontramos algumas estratégias de presença, e tentamos utilizar esta reorganização dos padrões para deixar o casal em estado de alerta, de atenção ao que acontece entre eles, e entre eles e os músicos”, explica a pesquisadora em dança, Carolina Campos.

Segundo Carolina, o que emergiu de seu encontro com Giovani Monteiro foi a necessidade de recolocar o que é causa e o que é consequência na dança de salão. Ao invés de tomar o show e o exibicionismo como motor para o encontro, foram expostas as relações como causa e a estética como consequência. Com isso, desapareceram alguns estereótipos típicos dos espetáculos de dança de salão (ex.: o malandro associado ao samba) e ressurgiu, mesmo que em palco, a atmosfera do encontro, dos bailes, da relação do casal. Mudamos a forma de expor esse tipo de dança, não o seu conteúdo”, acrescenta Carolina.

Na tentativa de mostrar ao público o que acontece entre um casal que está dançando num baile, e o nível de envolvimento que deve existir entre eles para que a dança possa existir, ‘Entre Nós’ é o exercício de mudar a dança na hora em que ela está acontecendo, mas inserida em uma estrutura já trabalhada. A fluidez dependerá do clima, das interferências sonoras (seja da reação do público, seja da execução da trilha, ao vivo, pelos músicos), bem como da própria sintonia e sincronia do casal.

“Pesquisamos o que seria essencial para se dançar no salão, porque existem vários elementos como o entretenimento e a integração social, que dão forma à dança no salão e que vão além da coreografia. Não queremos com isso nos distanciar da dança que todos conhecem, e sim, mergulhar nas sensações que os diversos estilos proporcionam num baile. Tentamos buscar um jeito de mostrar ao público o que não se vê, mas o que se sente”, analisa Giovani.
 
Para o coreógrafo, a dança de salão pode ser improvisada, já que a diversão que está na origem desta forma de dançar também vem da escolha do passo em cima da hora. “Se você altera, por exemplo, o ritmo de uma passo, muda tudo. A coreografia e a constante apropriação de ‘personagens’ podem limitar a essência da dança de salão, que é a troca de sensações entre duas pessoas. É o prestar atenção no outro, à resposta que vem do outro ao teu estímulo naquele momento. E isso envolve o conduzir e o ser conduzido”.

A parceira de Giovani, Caroline Zini, descobriu que é importante saber conduzir, mas ser conduzido também. “Como eu posso impor aquilo que eu quero, complementando o homem e aproveitando o movimento dele para dançar do meu jeito? Têm momentos que a mulher acaba levando o homem. E ele pode aproveitar o que eu faço para dar sequência ao próximo movimento”, avalia.

A mesma interação entre o casal deve permear a performance dos músicos, se eles irão ou não seguir numa determinada “batida”. Como não há coreografia, não há repertório musical definido. Os músicos também irão se orientar pelas nuances e sensações transmitidas pelo casal, além de ficar de olho nos passos, que darão pistas para aonde o casal está indo.

Em ‘Entre Nós’ a única coisa que está traçada é o desafio ligado ao insólito da apresentação. “Na prática, durante os ensaios, descobrimos que é difícil manter durante todo tempo a conexão entre o casal proposta na pesquisa, porque há muitos elementos de dispersão”, finaliza Giovani.

‘ENTRE NÓS’
16/06/13 | Teatro São Carlos
Sessões | 17h30 (aberta) e 19h30 (R$ 20) – estudante e sênior (50% de desconto).
Obs.: retirada e venda de ingressos no Clube Ballroom (Coronel Flores, 810 – sala 107 – Moinho da Estação) e no Teatro São Carlos (Feijó Júnior, 778 - 2º Andar - São Pelegrino).
Oficinas | Como parte do projeto, três workshops serão realizados nos dias 5, 12 e 19 de julho, das 18h às 20h, no Clube Ballrom.

Outras informações
Clube Ballroom | 54 3223.2159 – 9193.8638
Caroline Zini | 8408.3857

FINANCIAMENTO
Lei de Incentivo à Cultura

 
         
Brumar & Briollê Joias
 
A Briollê é uma marca da Brumar - empresa que comercializa pedras preciosas e naturais, pérolas cultivadas, peças em ouro 18k, estojos e embalagens, além de ferramentas para fabricantes de joias. Além dos produtos de primeira qualidade, a Brumar faz parte da tradição de uma família envolvida há 30 anos com o mercado de gemas e joias. E esta é a minha família.

Sei que mais do que vender, o grande negócio da minha família também é orientar o cliente sobre o que é ou não joia. É ser honesto quando o cliente aparece lá querendo saber se aquela pedra que está em seu anel realmente é diamante, e não zircônia, a pedra sintética do diamante. Ou ainda, na pior das hipóteses, dizer que, infelizmente, você comprou um colar de bolinhas de plástico, e não de pérolas. É tornar a joia acessível às pessoas, praticando preços justos. É montar um belo colar de pérolas (verdadeiras!) ou mandar fazer um par de brincos de acordo com o gosto e o desejo do cliente. É consertar peças antigas, de valor sentimental, seja colocando uma pérola que falta, seja acrescentando um fecho novo de ouro, renovando aquela joia que tanto representa pra você.

Por tudo isso, é tornar uma peça única, porque mais do que um produto, uma joia é um reservatório de afeto, memória e devoção. Uma joia nunca será algo superficial dentro do mercado de consumo, porque quem compra uma joia ou presenteia alguém com uma joia, está adquirido valores, referências, simbolismos, signos de identificação. E todo este valor imaterial é superior a qualquer preço, em real ou dólar, que uma joia possa custar.

Brumar & Briollê
Rua Bento Gonçalves, 2125 (esquina com a Garibaldi)
Sala 601 | Caxias do Sul (RS)
54 3223.1771
briolle@briolle.com.br
 
 
         
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